Voluntariado de proximidade

0
“Quem quer fazer arranja maneira, quem não quer arranja desculpas””. É com este lema que a presidente do Ano Europeu do Voluntariado, Fernanda Freitas,...

A segunda “potência mundial”

0
O crescimento galopante do desemprego, dos impostos indirectos (como o IVA) e do consumo do Estado. Uma concorrência empresarial “distorcida e uma maior incerteza...

O estranho romance de Kondratiev

… E a Menina dos Caracóis Dourados. Podia ser um conto do tipo ‘era uma vez’, mas, honestamente, cada vez acho menos piada a...

Este país não é para jovens

0
Apresentado recentemente na Fundação Champalimaud, o estudo “Emprego, mobilidade, política e lazer: situações e atitudes dos jovens portugueses numa perspectiva comparada” revela que 70%...

Portugueses entre a revolução e o reformismo?

0
Estará o povo português, aquele de brandos costumes, a alterar o seu “estado de alma”? Que tipo de cicatrizes poderá esta crise deixar nos...

Crise deixa marcas persistentes nas condições de vida das famílias europeias

0
Os números negros sobre a fome, privação material, exclusão social ou desemprego veiculados no Dia Internacional de Erradicação da Pobreza demonstram que a crise...

Nos limites da crise

0
"Há limites para o que os cidadãos podem aguentar", disse, no final de 2010, Cavaco Silva, a propósito da apresentação da Campanha “Direito à...

Estarão os portugueses felizes?

0
O novo Observatório da Sociedade Portuguesa, da CATÓLICA-LISBON, arranca com um primeiro estudo dedicado ao bem-estar e felicidade da população, o qual revela níveis...

MadeIn Portugal no mundo

Micro ventures de trabalho voluntário para capacitação de desempregados, aldeias eco-sustentáveis para combate ao envelhecimento e à desertificação, um Banco do Trabalhador com ofertas...

O que é que eu ando aqui a fazer?

0
Portugal foi abençoado com o património natural sobre o qual tem conseguido construir um património cultural igualmente valorizável. No entanto, nem por isso nos...

O PRR fará diferença?

0
Um fundo gigantesco, dando quatro anos para gastar milhões, torna inevitável desperdício, precipitação, abuso. Se a Europa queria realmente resolver os problemas, devia dar menos, com mais tempo e mais cuidado

Rede Sociais

4,149FãsCurtir