Negócios ágeis e com impacto de inovação

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O ranking da Fast Company que elenca as 50 empresas mais inovadoras do mundo integra este ano um negócio com tecnologia 100% nacional e...

Boa reputação ou como é tão fácil perdê-la

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A Rolex ocupa o primeiro lugar do ranking anual de percepção sobre a reputação de grandes empresas e a Volkswagen o último. Em 100...

Microsoft ou a excelência no trabalho

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A Microsoft é a melhor empresa para se trabalhar “não apenas devido àquilo que desenvolve mas devido à qualidade da própria cultura da empresa,...

Portugal falido mas não falhado

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Afinal os portugueses não têm motivos para sentirem complexos de inferioridade. Podemos ser um país (quase) falido, mas não somos um país falhado, a...

O poder é um lugar estranho

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Pelo 5º ano consecutivo, a revista Forbes, conhecida pelos inúmeros rankings a que se dedica ao longo do ano, classificou as 72 pessoas mais...

“Estacionámos, mas não recuámos”

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Portugal caiu quatro posições no ranking mundial da competitividade do WEF, divulgado recentemente na AESE. Esta tendência de queda “mostra claramente que se trata...

Mudaram os rostos dos que mudam o mundo – e ainda bem

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Menos políticos, menor número de líderes empresariais, “quase” metade de mulheres, activistas, jornalistas, ambientalistas, dois astronautas, um cantor lírico. De uma forma geral, este...

Portugal tristonho, mas não desesperado

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Através do Índice Vida Melhor, a OCDE analisa, desde 2013, o bem-estar de diversos países, entre os quais Portugal. Na sua mais recente edição,...

Porter ressuscitado vence ranking de pensadores

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De dois em dois anos é publicado o Thinkers50, que distingue os melhores pensadores de gestão do mundo. Depois de 10 anos afastado do...

Competitividade global: como recuperar a década perdida

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O Relatório de Competitividade Global coloca Portugal na 34ª posição em 141 economias avaliadas e alerta para a necessidade de se recuperar o crescimento estagnado ao longo da última década tendo em conta factores de inclusão e sustentabilidade

O PRR fará diferença?

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Um fundo gigantesco, dando quatro anos para gastar milhões, torna inevitável desperdício, precipitação, abuso. Se a Europa queria realmente resolver os problemas, devia dar menos, com mais tempo e mais cuidado

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