Só 3% das grandes empresas pagam a horas

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Pagar a horas podia ser uma espécie de bazuca europeia de efeitos constantes na liquidez das empresas portuguesas. Mas o Estado continua a reter...

O cumprimento dos prazos de pagamento e o caminho da confiança

Os atrasos de pagamentos entre empresas alimentam um ciclo vicioso que afeta os equilíbrios financeiros dos credores e que atinge a confiança de gestores...

Bragança: mais 30 empresas comprometem-se a pagar a tempo e horas

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Trinta empresas do distrito de Bragança e dois municípios, aderiram ao compromisso da ACEGE (Associação Cristã De Empresários E Gestores) de pagamento pontual aos...

Tomada de Posição

Esta é uma enorme oportunidade para que o Estado inicie uma nova cultura de pagamentos e passe a dar o exemplo a todo o ecossistema económico português

Atrasos nos pagamentos, pandemia e os novos riscos

“Os setores mais expostos aos impactos da pandemia são os que estão a aumentar mais significativamente os dias de atraso nos pagamentos aos seus fornecedores”

AEP é a entidade 2000 a comprometer-se a pagar a horas

Em termos de cumprimento de prazos de pagamento, Portugal continua muito abaixo da média europeia, sendo que o Estado continua a ser o pior pagador

“O pior efeito do atraso nos pagamentos é a incerteza na máquina económica”

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A Câmara Municipal de Lisboa foi a mais recente autarquia a aderir ao Compromisso Pagamento Pontual, que reúne já a participação de cerca de...

Um ano depois, 41% ainda desconhecem lei

Apesar de um flagrante desconhecimento, entre o meio empresarial, da lei que impõe limites aos prazos de pagamento de facturas, um ano depois da...

As PME são mais cumpridoras do que as grandes organizações

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São graves as consequências económicas da tendência para o laxismo relativamente aos prazos de pagamento entre as empresas. Em primeiro lugar, pelas dificuldades de...

Pagar a horas não é uma decisão mas uma obrigação

É essencial encontrar antídotos para reverter a realidade, sensibilizando os líderes empresariais e decisores públicos para a necessidade de travar o ciclo vicioso de...

O PRR fará diferença?

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Um fundo gigantesco, dando quatro anos para gastar milhões, torna inevitável desperdício, precipitação, abuso. Se a Europa queria realmente resolver os problemas, devia dar menos, com mais tempo e mais cuidado

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